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Principal doença da tireoide, hipotireoidismo afeta 10% das mulheres em alguma fase da vida

É de conhecimento de todos que o bom funcionamento do organismo depende de órgãos essenciais como cérebro, coração, pulmões, fígado, pâncreas, rins, estômago etc. Mas para que esses protagonistas cumpram bem o seu papel, é necessário um trabalho anterior, feito por estruturas que dificilmente sabemos para que servem.

A tireoide, por exemplo, localizada no pescoço (abaixo do Pomo de Adão), é uma glândula que regula funções importantes do coração, cérebro, fígado e rins, além de produzir os hormônios T3 e T4, que atuam no metabolismo, maneira como o corpo usa e armazena energia. Trata-se de uma peça tão importante para organismo que, em 25 de maio, é comemorado o Dia Internacional da Tireoide.

Entre as várias patologias que atingem a glândula, o hipotireoidismo é a mais comum e ocorre quando há pouca produção de hormônio tireoidiano. Sua incidência é muito mais alta em mulheres, numa proporção de seis representantes do sexo feminino para um do sexo masculino.

“Cerca de 10% das mulheres apresentam a doença durante alguma fase da vida. Os sintomas mais comuns são cansaço excessivo, queda de cabelos, unhas fracas, pele seca, sensação de frio, aumento de peso e menstruação irregular”, aponta o endocrinologista dos hospitais Sírio-Libanês e Oswaldo Cruz, em São Paulo, e do Instituto Santista de Oncologia e do Hospital de Beneficência Portuguesa, em Santos, Dr. Ivan Cesar Correia de Sousa.

Para o especialista, o aumento no número de casos se dá pelo avanço dos métodos de diagnóstico, que já conseguem identificar até pequenas alterações. “Um simples exame de sangue pode relevar se os sintomas são resultados do hipotireoidismo ou ter alguma outra causa. Em casos leves, a pessoa não apresenta nenhum sinal da doença”, alerta.

Em sua maioria, o hipotireoidismo é ocasionado por uma disfunção autoimune, chamada de Tireoidite de Hashimoto, onde o sistema imunológico ataca a danifica a glândula, que não consegue produzir hormônio suficiente.

A doença pode afetar também recém-nascidos, caso a tireoide não tenha se desenvolvido adequadamente. Felizmente, o hipotireoidismo consegue ser diagnosticado pelo “teste do pezinho”, feito nos primeiros dias de vida do bebê. Uma vez confirmada a doença, o tratamento deve ser iniciado imediatamente, evitando que a criança desenvolva cretinismo (retardo mental) e apresente problemas de crescimento.

Diagnóstico
Exames de sangue medem o nível do hormônio estimulador da tireoide (TSH) e do hormônio da tireoide (T4). Se o TSH estiver elevado e os níveis de T4 estiverem baixos, caracteriza-se o hipotireoidismo.

Como as mulheres possuem mais propensão a ter a doença e muitas vezes os sintomas passam despercebidos, o ideal é que o exame seja feito uma vez por ano, juntamente com o preventivo (exame que analisa a parede do cólo do útero). Pessoas com histórico da doença na família também possuem maiores riscos e devem passar por consulta periodicamente.

Importância do tratamento
Se não for tratado, o hipotireoidismo prejudica o desempenho físico e mental, causa anemia, aumenta os níveis de colesterol, provoca disfunções respiratórias, renais, neurológicas, glaucoma, hipertensão arterial, entre outros males. “A insuficiência de órgãos pode levar ao coma, e consequemente, à morte”, alerta o Dr. Ivan Cesar.

O tratamento é simples e feito com medicação que contém o hormônio da tireoide (T4), na forma de comprimido. Em geral, a reposição hormonal deve ser feita por toda a vida.

Dr. Ivan Cesar Correia de Sousa
Formado em 1976 pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF), com Residência em Clínica Médica pela UFF. Possui especialização em Endocrinologia e Metabologia, Medicina Intensiva e Nutrição Parenteral e Enteral. Pós-Graduação em Neurointensivismo pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês. É membro das Sociedades Brasileiras de Endocrinologia e Metabologia, de Diabetes, de Nutrição Parenteral e Enteral e da ESPEN – The European Society for Clinical Nutrition and Metabolism. Médico do Corpo Clínico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e do Instituto Santista de Oncologia (ISO) e do Hospital da Beneficência Portuguesa, em Santos.

Foto: Dr. Ivan Cesar Correia de Sousa
Crédito: Divulgação/‎ E5+ Comunicação & Marketing
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